Assombro e Desilusão
Uma das coisas que marcam os nossos dias é o número de conversões ao cristianismo católico. Muitos vêm do protestantismo, mais de uma variedade de ideologias mais ou menos ateias ou diversamente emburradas, e a imensa maioria vem dos católicos do IBGE, que pouco ou nada sabiam desse “catolicismo” em que se autoclassificam.
Muitos deles se chocam, porém, com um paradoxo: esperavam encontrar uma comunidade de santos que os acolhessem com respeito e carinho, e encontram uma espécie de mundo complicado e turbulento: são “radtrad” versus “teolib”; discussões sobre uma liturgia dita “pré” ou “pós-conciliar”, pretensos cavaleiros cruzados, sedevacantistas e “martelos dos hereges” para cá e para lá; ordens religiosas disto ou daquilo, gente que quer instituir uma monarquia teocêntrica e outros que recomendam peregrinações a pé para Aparecida; clamores de fim de mundo iminente, e mais um problema tão obscuro quanto opressivo para muita gente: Qual a minha vocação? Quem sou eu no meio dessa barafunda toda?
É natural que muitos fiquem perplexos no meio dessa espécie de “feira católica” barulhenta e labiríntica, e se perguntem como trilhar o seu caminho com paz, segurança e serenidade. Isto é o que procuro oferecer com este curso: uma orientação que os ajude a não se perder, a separar o que vem de Deus e o que é simples folclore moderno, a distinguir o que tem valor permanente no catolicismo do que são meras confusões passageiras.
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