Mandala: cura ou soltura?
Neste livro, você conhecerá a visão de uma paciente internada numa clínica psiquiátrica a partir da sua experiência, como também das suas interações com os profissionais da clínica e pacientes com os quais se relacionou. A história da protagonista é abordada de maneira integral da realidade interna de uma clínica, realidade ainda pouco conhecida a partir da perspectiva da paciente, o que torna a narrativa inovadora e empolgante.
A protagonista revela ainda como os vínculos emocionais e afetivos são criados dentro da instituição entre os sujeitos envolvidos, e como esses mesmos vínculos são mantidos entre os internados e o mundo externo. Independentemente de ser ou não profissional da área de saúde mental, a história de pacientes internados voluntariamente ou, na maioria dos casos, involuntários ou compulsoriamente, mudará a sua concepção sobre o tratamento psiquiátrico oferecido, até os dias atuais, nas clínicas psiquiátricas.
Nesta história emocionante, a protagonista conta como os pacientes são vistos pela equipe técnica da instituição, e como eles constroem a sua autoimagem. Definitivamente, a leitura deste livro colocará em xeque sua concepção sobre a loucura, sobre os intitulados “doidos”, e sobre a adequação dos tratamentos psiquiátricos adotados em processos de internação.
Neste drama, emoções fortes e verdades abafadas pelos (pré)conceitos vigentes na sociedade são retratados para ampliar o conhecimento sobre a temática. A leitura deste livro ajudará a estabelecer uma nova concepção sobre a fronteira borrada entre loucura e sanidade, o que será de grande valia para diminuir ou anular os mitos e preconceitos em torno dessa questão.
Afinal de contas, o que é ser louco? E o que é ser são?
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