O inferno não existe - Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará
Durante séculos, o medo de punições eternas assombrou corações e mentes. Mas e se tudo isso fosse apenas um equívoco?
Inspirado por tradições como o espiritismo, o sufismo, a cabala, o budismo e o hinduísmo, este livro mostra que a verdadeira jornada da alma é feita de aprendizado contínuo, amor incondicional e evolução eterna. Sem ameaças, sem condenações — apenas a eterna oportunidade de crescer e voltar à luz.
Pregado com fervor nos altares, sussurrado nas confissões, pintado nas paredes das igrejas e martelado nas consciências frágeis, o inferno foi sendo esculpido na mente coletiva como um lugar tão real quanto a própria vida — um destino inevitável para os que ousassem questionar a ordem instituída. Não se tratava mais da elevação da alma, mas da obediência cega. Na idade média, o medo do inferno foi usado como freio social. As palavras de Cristo, que pediam amor, compaixão e perdão, foram sufocadas por ameaças de condenação.
A Igreja — tanto a Católica quanto, mais tarde, setores protestantes — transformou a doutrina em tribunal. O pecado virou moeda de troca; o arrependimento, um negócio lucrativo. Vender indulgências, perdoar crimes em troca de ouro e silêncio, condenar dissidentes à fogueira — tudo isso encontrou justificativa na ideia de que Deus puniria com fúria os desobedientes. E os sacerdotes, autoproclamados intérpretes da vontade divina, passaram a comandar as chaves do céu e do inferno. A Inquisição foi o ápice dessa perversão da fé. Livro impresso em Papel Creme, 80g/m² P&B, no tamanho 16x23cm com 196 páginas.
