Real Forte Príncipe da Beira, o poder apoiado em escoras para não ruinar

Esta obra traz uma abordagem quanto ao aspecto da construção da fortaleza do século XVIII e seu processo de desmoronamento. O escoramento criado para sustentar as paredes internas, uma forma de manter em pé a estrutura.

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Construído na linha de fronteira entre Portugal e Espanha na Capitania de Mato Grosso, os trabalhos na construção do Real Forte Príncipe da Beira começaram em 19 de abril de 1775 quando o engenheiro da obra, Domingo Sambucete vindo de Belém do Pará, resolveu fixar no local escolhido por Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, a dois quilômetros acima de onde foi construído o destacamento de Nossa Senhora da Conceição/Bragança quando foi engolido por uma enchente no rio Guaporé em 1771 (MEIRELES, 1989), e que de acordo com FONTANA (2005), a nova fortaleza tinha uma dimensão de 970 metros de perímetros, com quatro baluartes, cada um equipado para receber 14 canhões, muralhas de 10 metros de altura, 16 residências para abrigar os militares que compunham sua guarda e um fosso interno que serviria de cisterna para abastecer sua população. O outro fosso que fica na parte externa do forte, teria a função de isolar e evitar a invasão para o interior da fortaleza.

Esquecida na imensidão da floresta Amazônica por um longo período, o silêncio e o manto verde da floresta protegia de certa forma as muralharas erguidas em pedra canga, assim como o sonho adormecido dos portugueses, até ser “descoberto” em 1913 pelo almirante José Carlos de Carvalho em uma de suas missões pela região da Amazônia.

A equipe que foi comandada pelo almirante José Carlos de Carvalho, aportou em 6 de julho de 1913, num ponto altaneiro da margem direita do rio Guaporé, que demarca a divisa entre o Brasil e a República da Bolívia, oito membros destacados do então Estado do Mato Grosso se reuniram com um oficial-general da Marinha e um fotógrafo para assinar um documento que alertava para o esquecimento e abandono do que os mesmos identificaram como “monumento histórico”: o Real Forte Príncipe da Beira.

Homem de influência política, por ter sido Deputado por três legislatura, José Carlos de Carvalho, solicitou aos dirigentes daquela companhia a derrubada e a limpeza da vegetação que tinha tomado

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Lourismar da Silva Barroso
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