A História Cultural da Maternidade: Como a Sociedade Criou a Ideia de “Boa Mãe"
A maternidade sempre foi vivida da mesma forma?
História Cultural da Maternidade é um curso interdisciplinar sobre como maternidade, maternagem, infância, família e cuidado foram construídos e transformados ao longo do tempo.
Você vai estudar:
• Maternidade no Egito Antigo, em Kush, no Oriente Médio e em Roma;
• Transformações na Idade Média e na modernidade;
• Maternidade e infância no contexto brasileiro;
• Construção do amor materno como dever social;
• Influência dos discursos religiosos, médicos, psicológicos, políticos e econômicos;
• Culpa materna e modelos de “boa” e “má” mãe;
• Exigências do capitalismo e maternidade como escolha;
• Diferenças entre maternidade, maternagem e parentalidade;
• Parentalidade participativa, rede de apoio e divisão de responsabilidades;
• Discursos contemporâneos sobre parto, amamentação e cuidado.
Ao longo do curso, você compreenderá que a maternidade não é uma experiência universal ou imutável, mas atravessada por condições históricas, culturais, políticas, econômicas e subjetivas.
A proposta reconhece a dimensão biológica da gestação e da amamentação sem transformá-las em obrigação moral ou critério de valor para as mulheres. O curso amplia a compreensão sobre culpa, ambivalência, autonomia, rede de apoio e responsabilidade compartilhada, sem impor uma forma correta de viver a maternidade.
Para quem é este curso?
• Psicólogas(os);
• Estudantes de Psicologia;
• Doulas;
• Profissionais da saúde;
• Profissionais da educação;
• Pessoas que atuam com gestação, parto, puerpério e parentalidade;
• Pessoas interessadas em compreender a maternidade para além de explicações naturalizadas e modelos idealizados.
Um percurso pela história para compreender por que muitas ideias que hoje parecem naturais sobre maternidade, família e cuidado foram socialmente construídas e continuam influenciando mulheres, famílias e profissionais.
