A Mulher Deve Ser Templo. O Homem, o Deus que a Habita

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A MULHER DEVE SER O TEMPLO. O HOMEM, O DEUS QUE A HABITA

Erotismo desperto, reverência encarnada e a arte de amar com alma, fome e fé

Há um modo de amar que a pressa do nosso tempo quase fez esquecer. Nele, o desejo olha nos olhos, a ternura se demora, e o corpo de quem se ama é recebido com a reverência devida a um lugar sagrado. Este livro foi escrito para devolvê-lo a quem ainda o procura.

Em prosa ardente, A Mulher Deve Ser o Templo fala do encontro entre um homem e uma mulher com uma franqueza que dispensa pudores e uma delicadeza que recusa a vulgaridade. Aqui, o erotismo se ajoelha e vira prece.

O QUE O LEITOR ENCONTRA

Treze capítulos na voz do homem desperto, que se dirige à mulher amada com fome e com reverência

Treze parábolas que se leem como confidências: a harpa que só canta sob o toque certo, a taça que espera o vinho, o espelho de sal

Um poema final que reúne em versos o que o livro ensina

A mulher é templo vivo, livre para abrir as portas a quem souber merecê-las, e o homem aprende a curvar-se antes de tocar. A liberdade de quem se ama é a primeira lei do amor.

PARA QUEM É

Para homens que desejam amar com grandeza.

Para mulheres que sabem que são templo.

Para casais que desejam transformar o encontro dos corpos em revelação.

Escrito também para a mulher que um dia aceitou toques sem alma e hoje, diante do espelho, se reconhece templo.

O AUTOR

Toneza Cascaes é jurista, sociólogo e escritor radicado em Santa Catarina, autor de mais de sessenta obras. Neste livro, volta-se para a intimidade humana sem separar o corpo da alma, o desejo do respeito ou a entrega da liberdade.

Quem o ler com pressa verá pouco. Quem o ler com coragem sairá dele outro.

Obra destinada a leitores adultos.

Gênero: Erotismo Literário • Espiritualidade • Relacionamentos

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