A personagem que existia em mim — a jornada de quem cansou de atuar
Eu sei o quanto é difícil admitir que nós já agradamos os outros para sermos aceitas em lugares.
Amadas por pessoas e aprovadas em círculos não porque precisavam da gente, mas porque nós precisavámos nutrir uma ferida interior de abandono e carência.
Doeu aí?
No livro A personagem que existia em mim você vai encontrar um espelho.
Que mostra, com delicadeza, onde você se calou, se moldou e se deixou por último.
Aqui, você não aprende a ser outra pessoa. Você lembra quem é, sem atuação, sem peso.
Porque, no fundo, dizer não ao vício de agradar não é egoísmo. É volta.
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