A PRIMEIRA GRANDE FALHA (Agrestupinipunk/3.0 — Conto do Novo Nordeste Separatista)
“O autor de A Primeira Grande Falha é um cronista do Agrestupinipunk/3.0, movimento literário que mistura ficção científica, regionalismo nordestino e mitologias reinventadas…”
“O Agreste sempre fora terra de new/resistência… Seco, duro, mas vivo…”.
“O problema não é apenas tecnológico, é ancestral… Algo antigo, imortal e esquecido, vindo do mítico Hy/Brasil, despertara através das máquinas”.
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SINOPSE:
No Agreste Meridional de Pernambuco Assombrado e Imortal, agora parte do território autônomo de New/Abya/Yala, uma falha inexplicável começara a corromper new/sistemas digitais, memórias humanas e até a própria percepção do retro/tempo… Entre ruínas tecnológicas e lendas antigas ressuscitadas, um técnico de new/redes conhecido como Bento “Fio Seco” descobrira que o problema não é apenas tecnológico, — é ancestral… Algo antigo, imortal e esquecido, vindo do mítico Hy/Brasil, despertara através das máquinas.
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PREFÁCIO:
Chamaram de progresso… Depois chamaram de independência… Mas ninguém soubera nomear direito quando a new/realidade começara a falhar… O Agreste sempre fora terra de new/resistência… Seco, duro, mas vivo… O povo aprendera cedo a sobreviver com pouco, água pouca, dinheiro pouco, esperança pouca… Mas nunca zero… Até o dia em que aparecera o Zero Absoluto Digital… Fora assim que os técnicos passaram a chamar… E ninguém que viu aquilo de perto voltara igual.
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A PRIMEIRA GRANDE FALHA
(Agrestupinipunk/3.0 — Conto do Novo Nordeste Separatista)
Por: Iram F. R. “Bradock”
