A tristeza do outro não vale a minha vitória
Vivemos submersos em uma ilusão matemática perigosa: a crença de que o sucesso é um recurso escasso. Desde os primeiros anos escolares, somos condicionados a olhar para o lado e enxergar competidores, nunca aliados. A lógica do mercado tradicional nos ensina que para uma empresa prosperar, outra deve quebrar. Para que um profissional suba um degrau na carreira, outro deve ser preterido.
Aprendemos, quase sem perceber, a operar na lógica do jogo de soma zero — onde o ganho de um indivíduo é exatamente proporcional à perda de outro.
