AINDA É CEDO

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João Miguel é um jovem à deriva, um fantasma que se esconde atrás da frase "Ainda é Cedo". Em um romance de "qualquer lugar e de lugar nenhum", ele se recusa a fazer planos, acreditando que o tempo é infinito e que o amor pode ser um refúgio eterno. Mas Ana Maria, a única certeza em sua vida caótica, sente a corrida implacável do tempo, e sua urgência colide com a inércia dele.

O que era um escudo se torna sua maior fraqueza. Quando o "Ainda é Cedo" de João Miguel se encontra com o "Já é Tarde" de Ana Maria, a história deles se parte em um ponto de não retorno. O silêncio da separação se transforma em um grito mudo de dor, e ele é forçado a encarar o preço de sua passividade.

Nesta jornada de luto e autoconhecimento, ele descobre que para o amor de sua vida, "já era tarde". Mas o eco dessa perda o leva a uma profunda epifania: para se perdoar e honrar a memória da mulher que amou, "Nunca é Tarde" para recomeçar. Uma jornada que mostra que, mesmo quando parece tarde demais, o amor sempre pode salvar.

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