CASTELO DE PAPEL
Sinopse – Castelo de Papel
Entre ruínas e renascimentos, Rafael Oliveira convida o leitor a adentrar os aposentos frágeis de um castelo feito de papel — metáfora da existência sustentada por vícios, ilusões e medos. Nesta narrativa sensível, filosófica e visceral, acompanhamos Leafar em sua queda inevitável, atravessando tempestades internas, falsos elixires de alegria e bailes de máscaras que ocultam o próprio vazio.
Mas é no colapso que nasce a consciência.
Entre filosofia existencial, neurociência afetiva e lirismo autobiográfico, Castelo de Papel não é apenas um livro sobre dependência química — é uma jornada simbólica sobre a dor de existir, o despertar do ser e o árduo caminho da reconstrução interior. Uma obra que transcende o discurso técnico e mergulha na alma humana, tocando aqueles que ousam encarar seus próprios escombros.
Neste castelo, todos encontrarão um espelho.
