CIDADELA CONTEMPORÊNEA
Em 10 de agosto de 2001 registrei esta história na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, originalmente intitulando-a CIDADELA URBANA (Registro nº 236.865, Livro nº 419, Folha nº 25). Faço aqui o anúncio porque há nesta narrativa diversas referências sobre uma medieva cultura de poder infelizmente corriqueira no submundo do tráfico de drogas em favelas: o dilaceramento e a incineração do corpo de condenados à morte, a exemplo do que num remotíssimo passado fizeram com Damiens, cujo fim horrendo está retratado por Michel Foucaut no intró...
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