Colheita Vermelha
Colheita Vermelha não é apenas um livro — é um compêndio de terror, dor e ruína.
Neste universo distópico, os vampiros dominaram o mundo. As cidades ruíram, os deuses foram esquecidos, e os humanos passaram a ser cultivados em Fazendas Sombrias para um único fim: o sangue.
Organizados em castas — Sanguinários, Alimentadores, Alquímicos, Guardas Cinzas, Sacerdotes Rubros e outros ainda mais antigos — os vampiros estabeleceram uma nova ordem, baseada em dogmas, rituais e heresias.
A obra reúne diversos contos interligados, cada um escavando uma camada do inferno que se tornou o mundo:
• Kira, a insurgente marcada pela dor, resiste à domesticação forçada.
• Marek, uma alma destruída pelos rituais dos Guardas Cinzas, retorna como um fragmento do que já foi.
• Caleb, caçador humano, vê sua fé ser devorada pelas entranhas das Fazendas.
• O Herético Rubro desafia a liturgia e escuta o sangue falar idiomas esquecidos.
• O Julgamento da Carne que Pensava revela um híbrido quebrado pela verdade de sua criação.
• Onde Nem o Sangue Escorre Mais mostra o personagem central caminhando entre os vivos e os esquecidos, talvez como símbolo de algo maior.
• A Noite Que Sangrou os Deuses narra a guerra ancestral entre castas extintas e os que hoje comandam a colheita.
• A Sede Primordial traz um grupo de vampiros traidores que querem caçar novamente, servindo a uma entidade mais antiga e faminta que o próprio mundo.
Tudo isso é costurado pelo Livro Negro, um tomo ritualístico que reúne cânticos, fragmentos sagrados, mapas, selos e profecias de um tempo onde o sangue não era apenas alimento — era lei, oração e sentença.
Colheita Vermelha é o Evangelho apócrifo dos esquecidos.
Um lamento que se repete em gritos.
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