Curso - Farmácia Clínica em Terapia Intensiva

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O farmacêutico possui suas atribuições clínicas elencadas na Res. 585/13 do CFF, onde estabelece também os diversos seguimentos de sua atuação. Dentre vários, estão os hospitais. Nesses estabelecimentos, os eventos adversos relacionados ao uso de medicamento são os mais prevalentes, aumentando consideravelmente o número de óbitos e gastos hospitalares.

Nesse sentido, a atuação do profissional farmacêutico torna-se fundamental na prevenção desses eventos, sobretudo nas Unidades de Terapia Intensiva, uma vez que frequentemente os pacientes estão sob uso de polifarmácia, aumentando substancialmente o risco de interações medicamentosas.

É sabido que o farmacêutico, quando incluído na equipe multidisciplinar, contribui para a redução do tempo de hospitalização, melhora do uso racional de medicamentos, diminuição dos cursos hospitalares, redução da resistência microbiana etc.

Ainda, sua atuação voltada para a farmacovigilância, na conciliação de medicamentos, no seguimento farmacoterapêutico, na avaliação da prescrição e as orientações prestadas ao paciente no momento de sua alta contribuem para a cultura da segurança do paciente, de suma importância na qualificação da assistência prestada ao paciente/usuário.

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