Existencialismo
Resumo
O existencialismo é uma corrente filosófica centrada na liberdade individual, responsabilidade e na criação de sentido pessoal em um mundo sem valores ou propósitos absolutos. Originado no século XX, ele tem suas raízes em pensadores como Kierkegaard e Nietzsche, e foi amplamente influenciado pelos eventos históricos como as Guerras Mundiais e crises econômicas. Jean-Paul Sartre, um dos maiores expoentes do existencialismo, desenvolveu conceitos como "má-fé" e a ideia de que "a existência precede a essência", enfatizando que o ser humano constrói sua identidade e valores por meio de suas escolhas. Simone de Beauvoir expandiu essa visão para a questão de gênero, enquanto Albert Camus trouxe a ideia do "absurdo", afirmando que a vida não tem sentido intrínseco, mas pode ser vivida de forma significativa por meio da revolta contra o vazio existencial.
Na literatura e nas artes, o existencialismo influenciou autores como Kafka e Dostoiévski, bem como o Teatro do Absurdo e o cinema existencialista, refletindo temas de alienação, liberdade e o absurdo da condição humana. Apesar de seu impacto, o existencialismo enfrenta críticas de filósofos religiosos e seculares, principalmente por sua visão subjetiva da moralidade e pelo foco na liberdade individual, que pode ignorar limitações sociais e históricas. No entanto, a filosofia existencialista continua relevante ao oferecer uma reflexão profunda sobre a liberdade, o significado da vida e o papel da responsabilidade pessoal em um mundo complexo e incerto.
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