"Fugi para o trabalho. Talvez, não volte nunca mais"
PREFÁCIO
Eu faço, você faz, nós fazemos. Quem nunca usou o trabalho como fuga?
Particularmente, eu fiz isso por tanto tempo, que preciso de tratamento terapêutica pra eliminar as sequelas do trabalho ininterrupto.
E quando tentei dar um tempo, fugi para outros lugares, alguns até mesmo mais prejudiciais que o trabalho ininterrupto.
O que me levou a vontade de voltar a usar o trabalho com fuga de novo. Dos males o menor, não é mesmo?
Mas, felizmente, já tinha escrito esse livro, ele estava aqui engavetado e me prestei a ler ele de novo.
E resolvi dar publicidade a ele, porque me ajudou e ajuda, sempre que penso em fugir para o trabalho.
Sempre que santifico o trabalho ou quero me dar uma importância além da conta no trabalho. “EU PRECISO FAZER, SE EU NÃO FIZER QUEM FARA?”
Também, quando eu transformo o trabalho na minha própria pessoa: “eu sou isso, eu faço isso, se eu não fizer isso eu farei o que? Foi pra isso que lutei, eu tenho que fazer”.
E mais uma vez, me convenço a trabalhar sem olhar pra trás, a dar tudo de mim. Há de existir um pote de ouro no fim do arco-íris depois de tanta entrega.
Mas, esse livro, as histórias das pessoas que atendi e atendo todo dia. Me lembram, que não é bem assim.
A fuga ao trabalho, para desviar daquelas demandas pessoais, de casa ou do que quer que seja, não vão passar.
E talvez o trabalho, ao invés de ajudar, piore tudo. É preciso agir com consciência, não com cegueira.
Deus nos deu um cérebro para perceber o mundo, não para ignorar as mensagens e seguir confiando em uma intervenção que elimine até o nosso livre arbítrio.
(...)
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