O Jardim da Solidão
Em O Jardim da Solidão, abro as portas do meu mundo interior para quem quiser caminhar comigo entre versos, memórias e sentimentos. Essas poesias nasceram ao longo de 17 anos — algumas ainda na adolescência, quando escrever era meu refúgio diante do caos e das descobertas.
Hoje, revisito essas palavras como quem relê cartas antigas. Falam de amores que ficaram, de ausências que moldaram quem sou e da esperança que, mesmo ferida, nunca deixou de florescer.
Cada poema é uma parte de mim: um pedaço de dor, um lampejo de amor, um sopro de cura. Escrevi para entender a vida, e talvez, ao me ler, você também encontre um pouco da sua própria história.
Esse livro é o meu jardim — feito de solidão, mas também de recomeços.
