O JOGO DA VIDA
Se estivermos jogando o jogo da vida, e o “sistema” falha — seja ele interno (emoções, escolhas, crenças) ou externo (relacionamentos, carreira, ambiente) — corrigir essa falha exige algo que vai além de “resetar” ou “desinstalar o bug”. Envolve consciência, responsabilidade e ação estratégica.
Como corrigir essa falha no “jogo da vida”???
1. Detectar o bug com clareza (autoconhecimento)
Primeiro passo é reconhecer que algo não está rodando bem. Seja um padrão repetitivo, uma sensação de estagnação ou um resultado que não faz sentido, todo erro deixa rastro. Ignorar é pior que falhar.
“O que está se repetindo na minha vida que eu não gosto?”
“Que decisões eu continuo tomando que não me levam aonde quero ir?”
2. Ler o código-fonte (entender as causas)
Toda falha tem uma origem. Pode ser um trauma antigo, uma crença limitante, um medo escondido ou até algo aprendido no “tutorial” da infância. Corrigir sem entender é como remendar sem saber onde está furado.
3. Atualizar o sistema (reprogramar padrões)
Trocar a narrativa interna. Questionar aquilo que foi “instalado” sem sua permissão: “Eu preciso agradar todo mundo para ser amada?”, “Fracasso é o fim ou é parte do processo?”
Atualizar o sistema é substituir comandos antigos por códigos novos — mais alinhados com quem você é hoje.
4. Rodar testes (agir diferente)
Pequenas ações com novas escolhas. Se você quer mudar um comportamento, precisa testá-lo no mundo real. Vida se corrige com prática, não só com teoria.
5. Manter o sistema com atualizações constantes (autocuidado e evolução contínua)
Não é uma correção pontual. É um processo cíclico: falha – aprendizado – ajuste – expansão. Quem se atualiza, evolui. Quem se acomoda, trava.
6. Aceitar que falhas são parte do jogo
Nenhum sistema é perfeito. Falhas existem para nos mostrar o que pode melhorar. O erro não é o fim: é um código que revela onde está a próxima lição.
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