Se é para sentir, que seja agora!
Se é para sentir, que seja agora é um convite sem aviso prévio — um mergulho em pensamentos que ardem, versos que sangram e crônicas que nascem entre o caos da cidade e o silêncio do próprio corpo
Aqui, a autora transforma cicatrizes em linguagem, e sentimentos em territórios onde a filosofia encontra a rua, o íntimo se mistura ao social, e o feminino resiste entre
pausas e desvios
São páginas que não pedem licença para existir.
Elas sentem, pensam, gritam e sussurram.
Porque viver também é uma forma de escrever. E escrever, neste livro, é uma forma de sobreviver ...
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