Entidades Humanoides: arquivo aberto
No Oregon, algumas pessoas juram não estar sozinhas mesmo quando não há ninguém por perto. Silhuetas humanoides surgem entre árvores, acompanham passos à distância e desaparecem sem deixar marcas. Chamam isso de paranoia. Eu chamo de padrão.
Ao seguir relatos abafados, registros ignorados e testemunhas que aprenderam a ficar em silêncio, descobri que essas sombras não observam por acaso. Elas seguem. Esperam. E parecem ligadas a algo muito mais antigo do que a própria floresta.
Este livro não pergunta se elas existem.
Pergunta há quanto tempo estão ali e por que começaram a se mover agora.
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