Inteligência Artificial na Perícia em Serviço Social: Instrumentalidade Ténico -Ética no Socio Jurídico

Português

A Inteligência Artificial chegou ao Judiciário. Mas usar IA na perícia social não é colar texto no ChatGPT e aceitar o que a máquina devolve — isso é terceirizar seu parecer técnico, violar a LGPD e abrir mão da sua autoria profissional.Esta é a primeira obra sistemática sobre IA ética na perícia em Serviço Social. Em 14 capítulos e 137 páginas, você encontra fundamentação teórico-metodológica, arcabouço normativo (CFESS, LGPD, Resoluções CNJ 332/2020 e 615/2025) e, principalmente, protocolos de prompt testados em casos reais do Judiciário.Os 4 fundamentos inegociáveis: soberania da observação direta (a IA não interpreta o campo), barreira sanitária de dados (anonimização antes de qualquer interação), não suspensão do crivo crítico (todo texto da IA deve ser auditado) e autoria conclusiva (o Parecer Social é terreno inviolável).5 diretrizes de prompt com workflow completo: guarda e convivência familiar, interdição e curatela de adultos e idosos, avaliação de pretendentes à adoção, parentalidade socioafetiva e entrega voluntária, e acolhimento institucional de crianças e adolescentes.Inclui ainda: framework PCTF de engenharia de prompts (Persona, Contexto, Tarefa, Formato), sistema de auditoria em 3 camadas (fidelidade, fundamentação, viés), biblioteca de prompts testados pela especialista, técnicas de preservação da voz profissional contra a "escrita iazada" da IA e diretrizes de terminologia vedada.

Clarice Cardoso é Mestra em Sociologia (UFAM), Assistente Social Judiciária e Perita do TJSP.

A obra sistematiza o método que ela aplica diariamente no Tribunal de Justiça de São Paulo.

A IA é instrumento. A autoria, a análise crítica e o parecer conclusivo permanecem exclusivamente seus.

Mostrar mais