Carbono: Contabilizando Agropecuária e Agrofloresta e Remoções Biogênicas
A agenda climática nunca esteve tão presente no dia a dia das empresas, produtores rurais, investidores e até mesmo consumidores. As pressões do mercado, de reguladores e da sociedade tornam cada vez mais urgente a necessidade de mensurar, relatar e reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE). Nesse contexto, o setor agropecuário e agroflorestal ocupa posição central: é, ao mesmo tempo, parte relevante das emissões globais e peça-chave na captura de carbono por meio de práticas regenerativas e de restauração.
O Curso de Inventário de Emissões para Agropecuária, Agrofloresta e Escopo 3 foi criado justamente para responder a essa necessidade — e chega atualizado com as novidades do LSRS (Land Sector and Removals Standard), o novo Padrão Global da Terra do GHG Protocol, que entra em vigor em janeiro de 2027 e reformula completamente a forma como o setor deve contabilizar emissões e remoções de CO₂. Ele oferece uma formação prática, fundamentada em normas internacionais, que capacita profissionais, consultores e gestores a elaborarem inventários completos, confiáveis e alinhados às melhores práticas globais.
Por que este curso é relevante?
O setor agropecuário é um dos maiores emissores de GEE do Brasil e do mundo, principalmente em função da fermentação entérica dos ruminantes, do manejo de dejetos, do uso de fertilizantes nitrogenados, da conversão de áreas de vegetação nativa em pastagens e cultivos, além do consumo energético associado à mecanização e transporte.
Ao mesmo tempo, sistemas agroflorestais e outras práticas regenerativas apresentam enorme potencial de sequestro de carbono, tornando-se uma via estratégica para mitigar emissões e agregar valor aos produtos. Com o novo padrão, o produtor rural que estrutura bem seus projetos de redução e remoção biogênica de carbono passa a ter uma porta real de entrada no mercado de créditos de carbono — e o curso ensina, na prática, os cálculos de agrofloresta
