JEJUM INTERMITENTE E AUTOFAGIA
Vivemos em uma era de abundância sem precedentes, mas paradoxalmente, em um estado de exaustão biológica. O corpo humano, moldado por milênios para prosperar na alternância entre a busca e o banquete, encontra-se hoje sufocado por um ruído metabólico constante.
Comer tornou-se um hábito reativo, não uma necessidade fisiológica, e o preço que pagamos é o acúmulo de lixo celular, fadiga mental e inflamação silenciosa.
Este livro não é sobre privação. É sobre liberdade.
