Limites na Educação - Não se perde amor
Limites na Educação - Não se perde amor
Colocar limite não é falta de amor. É contorno.
Em Limites na educação - Não se perde amor, a psicóloga Aline Guerreiro - CRP 05/15298 - analisa por que tantos pais, tentando não repetir a rigidez que viveram, caem no extremo oposto: a permissividade que confunde, inverte papéis e deixa a criança sem borda.
A partir do ensaio, o livro mostra como a infância ferida dos pais, a culpa e a incoerência entre discurso e exemplo fraturam a autoridade parental - e como é possível resgatar uma autoridade afetuosa e firme, que sustenta o "não" sem retirar o amor.
Dar limite dói em quem dá.
Quando o "não" não se sustenta, não é porque a criança é difícil. É porque o adulto tem medo de não ser amado.
Este livro investiga:
• Por que o limite é borda estruturante da psique e não castigo
• A simbiose "crianças educando crianças" e a inversão de papéis na família
• Como a infância ferida dos pais é transmitida sem que se perceba • A diferença entre autoridade e autoritarismo
• Práticas clínicas para sustentar limite sem culpa e sem sermão
Uma leitura indispensável para pais, educadores e psicólogos que querem educar com afeto e firmeza ao mesmo tempo.
Limites não retiram amor. Constroem segurança.
Vivemos uma geração de pais que sofreu com autoritarismo e jurou: "com meu filho será diferente". No intento de reparar a própria história, muitos foram para o outro extremo - a educação indulgente, onde tudo é negociado e nada é sustentado.
O resultado?
Crianças angustiadas, tirânicas e com baixa tolerância à frustração. Não por falha de caráter, mas por falta de contorno.
Em Limites na educação - Não se perde amor, Aline Guerreiro (Psicóloga CRP 05/15298) faz uma análise interpretativa e clínica dos limites na educação.
