LUGARES DE ESCUTA - EDUCAÇÃO DE CADA UM PARA CADA UM
Será que basta saber a língua falada pelo interlocutor e ter boa vontade para podermos escutá-lo?
Pensada atualmente como uma das principais soluções para resolver os problemas de relacionamento, a Escuta é vista sobretudo como uma atitude ou um comportamento. O pressuposto geral é que basta saber a língua falada pelo interlocutor e ter boa vontade para podermos escutá-lo.
No entanto, será mesmo que se trata apenas de boa vontade? Como distinguir, por exemplo, entre uma escuta verdadeira do outro e uma escuta ideológica, na qual predominam, sem que se perceba, interesses de classe, preconceitos sociais, etc.?
Quais os parâmetros que nos permitem avaliar a nossa própria escuta? Onde está a ciência que sustenta esses parâmetros?
Agora que Djamila Ribeiro tem trazido a questão dos Lugares de Fala, podemos atuar em consonância com essa ideia e falar em Lugares de Escuta?
Além disso, seria possível, nos dias de hoje, pensar os sujeitos de modo alternativo e complementar às concepções de identidade e diferença? Seria possível pensar cada pessoa como "única"?
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