Mundo NDBI - 1º Congresso Brasileiro sobre Abordagens Naturalistas no Atendimento Infantil

Se você trabalha com crianças e/ou adolescentes autistas, você já deve ter ouvido falar nas abordagens naturalistas para o atendimento de pessoas autistas. Mas o que são, exatamente, essas “abordagens naturalistas”, como funcionam?

Lá em 1960/1970, Ivar Lovaas fez algumas pesquisas com crianças autistas e iniciou o uso da análise aplicada do comportamento para ensinar habilidades para essas crianças. Antes disso, infelizmente as crianças autistas eram vistas como “pessoas que não aprendem”, então ele foi o responsável por esse primeiro passo de mudança de paradigma frente ao autismo. E deeeesde essa época até nosso ano atual de 2022 muita coisa mudou, muitos outros estudos foram feitos, e nesse processo a ciência ABA se juntou com as teorias do desenvolvimento infantil, utilizando a base desenvolvimentista para novos programas de aprendizado e ensino de habilidades para autistas, foi aí que as NDBIs começaram a aparecer, ou seja, intervenções desenvolvimentistas comportamentais naturalistas. Eu sei, o nome dá uma confusão mental né?

Por isso que as pessoas abreviaram para “abordagens naturalistas”, e se você gosta de trabalhar no mundo do autismo eu preciso te dizer que: as abordagens que unem ABA + desenvolvimento são o futuro do atendimento infantil. Pois elas abordam o que temos de mais moderno nas pesquisas de comportamento infantil e desenvolvimento infantil, adaptando programas de ensino com respeito, motivação e afeto positivo para nossas crianças e adolescentes.

  • Detalhes

Autor

Idioma

Português

Local

Teatro Espaço da Criança

Cidade

Curitiba

Data de início

19/11/2022

Data Fim

19/11/2022

Horário

08:30 às 21:30

Endereço

R. Domingos Strapasson, 620 - Santa Felicidade, Curitiba - PR, 82320-040

Conheça melhor quem criou o conteúdo

Paula G. Kopruszinski
3 Anos Hotmarter

Paula G. Kopruszinski - A psicologia infantil entrou na minha vida após um intercâmbio estudantil. Morei com uma família francesa com 4 irmãozinhos de 3, 5, 7 e 8 anos. Eu era a irmã mais velha, e foi a primeira vez que experienciei tantas crianças por perto, e foi bem fácil me apaixonar por isso. Uma das crianças possuía alguns pensamentos suicidas, com 8 anos falava em morte, e eu descobri, através do vínculo com ele, o poder do afeto e da palavra, e foi a partir dessa experiência que eu entendi a base da psicologia infantil, voltei para o Brasil em 2007 já sabendo que eu queria fazer psicologia, em 2009 entrei em psicologia na UFPR.

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