Série O Canto Para Minha Morte | Queria Ter Vivido Mais

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Aqui vai uma versão ajustada, já enquadrando o texto dentro da identidade da série "O Canto para minha morte":

🕯️ O Canto para Minha Morte | Queria Ter Vivido Mais

"A morte surda caminha ao meu lado, e eu não sei em que esquina ela vai me beijar."

Mais um episódio da série O Canto para Minha Morte, dentro do Filosofando Raul Seixas. Dessa vez, Ricardo Pedrosa abre uma ferida antiga: a lembrança de Jaqueline Barbosa, uma menina que dançava com leveza, brilhava nos palcos e parecia ter o mundo inteiro pela frente.

Com apenas 8 anos, Ricardo dividia a vida entre a escola e as aulas de dança da mãe. Foi ali que conheceu Jaqueline — mais velha, talentosa, sempre no centro do palco. Anos depois, já no ginásio, um reencontro simples, quase sem importância, se tornaria a última vez que a veria viva: um esbarrão no recreio, uma poça de lama, um respingo no tênis novo.

Naquele mesmo dia, na saída da escola, um atropelamento diante dos olhos de uma criança que ainda não sabia que estava testemunhando o fim da vida de uma amiga. A notícia, dada pela mãe no caminho de casa, dividiria sua infância em um antes e um depois.

Décadas se passaram, mas a lembrança nunca se apagou — e hoje ele escolhe guardar não a tragédia, mas a menina que dançava, sorria e sonhava.

Essa é a proposta de O Canto para Minha Morte: olhar de frente para a finitude sem medo, transformando a dor em memória e a memória em presença. Porque a vida é frágil, imprevisível — e cada encontro, cada despedida, cada momento pode ser o último que teremos.

📌 "Não sabemos quanto tempo teremos ao lado das pessoas que amamos."

Um episódio sobre memória, perda e a urgência de viver com presença.

🎙️ Assista até o final — e você, já parou pra pensar em quem talvez esteja te vendo pela última vez hoje?

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