O QUE FIZ PRA SER CIS

Português

Este livro articula filosofia da linguagem, sociologia aplicada à saúde e estudos de gênero para examinar como a cisgeneridade opera como tecnologia de normalização. A obra descreve mecanismos de silenciamento, epistemicídio e burocratização identitária, conectando teoria e prática em saúde, educação e gestão pública.

Por que ler

Traduz debates acadêmicos complexos em uma estrutura clara e aplicável.

Mostra como protocolos, linguagem e instituições produzem desigualdades — e como intervir.

Oferece ferramentas conceituais para pesquisa, docência, clínica e elaboração de políticas.

Você vai encontrar

Conceitos operacionais de cisgeneridade, normatividade e violência epistêmica.

Análise de protocolos e dispositivos institucionais que regulam identidades.

Implicações práticas para cuidado em saúde, formação profissional e cidadania.

Guias de leitura, quadros-resumo e referências comentadas (quando aplicável).

Para quem é

Pesquisadores(as) e estudantes de ciências sociais, saúde coletiva e humanidades.

Profissionais de saúde, educação, gestão e justiça interessados(as) em equidade.

Quem precisa de base teórica robusta para projetos, aulas, protocolos e advocacy.

Estrutura (macro-seções)

Introdução

Fundamentos epistemológicos da cisgeneridade

Dispositivo cisgênero: silenciamento e epistemicídio

Medicalização diferencial e autoridade epistêmica

Burocratização identitária e cidadania diferencial

Articulações neoliberais e política de identidade

Conclusões e caminhos de intervenção

Diferenciais

Rigor acadêmico + aplicabilidade (exemplos e mapas conceituais).

Linguagem precisa, com economia e clareza.

Conexão direta com políticas públicas e práticas clínicas/educacionais.

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