Oi Filha... que bom que voce lembrou de mim
Alguns dias começam como qualquer outro.
Café na mesa. Rotina em andamento. Vida acontecendo.
Renato acredita que amar era estar presente.
Amanda acredita que o amor precisava de fôlego.
Valentina só queria entender por que o amor é seletivo.
“Oi, filha… que bom que você lembrou de mim” é
uma história sobre família, e permanência. Sobre o amor
que não faz barulho, mas sustenta. Sobre dias comuns
que, sem aviso, se tornam dias decisivos.
Um livro sobre ficar quando tudo muda.
Porque, às vezes, é num dia absolutamente comum que a
vida revela o que realmente importa.
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