Patriarcado Messiânico e Amor Expansivo
A monogamia compulsória (costume pelo qual homem somente pode ter uma única esposa do ponto de vista jurídico, sociológico e religioso) está diretamente ligada ao princípio do "igualitarismo" proposto pelo feminismo atualmente, por mais inusitada que tal afirmação possa parecer. Essa prática, que se tornou um dogma não penas jurídico e sociológico no ocidente, mas também religioso com o Cristianismo, vai completamente de encontro ao modelo de família proposto pela Torah, que é patriarcal e poligínico.
Há uma guerra sendo travada contra o homem e a masculinidade, atualmente capitaneada pelo Estado e ideologias paralelas (feminismo, "identidade de gênero" etc.), visando, dentre outros objetivos, tornar homens e mulheres inimigos figadais. O Estado quer ser o novo patriarca. Nesse cenário, é fundamental que o homem do Remanescente, o patri-messiânico, tome consciência daquilo que as Escrituras estabelecem como necessário ao projeto de família que irá enfrentar o Antimessias e seu sistema cada vez mais forte. Esse projeto de família envolve o domínio do profano feminino por parte do homem, além de sua libertação do paradigma da monogamia compulsória. O Patriarcado Messiânico é uma leitura das Escrituras em seu conjunto, Torah e B'rit Chadasha, visando resgatar valores perdidos nos homens do Remanescente, analisando a questão do ponto de vista jurídico, sociológico e religioso.
Que o Eterno nos dê sabedoria.
