Presente demais, ausente de si: Quando já não se escolhe produzir, apenas continuar.
Em meio a tantas exigências, este livro surge como uma pausa.
Uma reflexão sobre a culpa produtiva e sobre como ela passa, silenciosamente, a ocupar espaço, tornando o excesso cada vez mais natural e o descanso cada vez mais difícil de permitir.
“Presente demais, ausente de si” não oferece fórmulas prontas.
Também não propõe uma leitura distante ou complicada, daquelas que fazem a gente chegar ao fim do parágrafo pensando: “entendi foi nada, mas vou concordar para não passar vergonha”.
Em poucas páginas, o livro segue como uma conversa simples, sensível e honesta, construída entre estudos, técnica, reflexões e experiências atravessadas pelo sofrimento psíquico de quem continua funcionando, mesmo quando já se sente cansado por dentro, mas ainda sente que precisa parecer bem por fora.
Este livro oferece identificação, respiro e a possibilidade de reencontro consigo mesmo. Um lembrete gentil de que, em algum momento, também é preciso se escutar com sinceridade.
