PROCESSOS DE FABRICAÇÃO

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A transformação do metal em peças e componentes não é uma novidade para a humanidade. Essa história iniciou-se com o uso de metais nativos (ouro, prata, cobre e platina, os quais representam os metais descobertos em sua forma natural e elementar) como ligas ou em sua forma pura. Os metais nativos são raros, portanto a popularização do uso de metais de fato aconteceu quando o homem desenvolveu as técnicas de extração de metais, como descreve Colin Renfrew (1973) em Before Civilization: The Radiocarbon Revolution and Prehistoric Europe (em português, seria Antes da Civilização: A revolução do Carbono e a Pré-História na Europa). O desenvolvimento dessas técnicas se relaciona ao conhecimento das propriedades do metal e de como criar ambientes de temperaturas adequadas, de modo a permitir que os metais sejam fundidos. Essas temperaturas eram desenvolvidas, inicialmente, por meio de fogueiras e permitiram a martelagem dos metais aquecidos. Mas, conforme o tempo avançava, as fogueiras foram sendo substituídas pelos fornos para desenvolver altas temperaturas. Sendo assim, pode-se afirmar que o trabalho com o metal tem sido uma atividade essencial das civilizações humanas desde antes dos primeiros registros escritos da história.

Passados milhares de anos, metalurgia talvez seja hoje a palavra mais adequada para conjugar tais processos de fabricação. Além disso, a indústria metalúrgica contribui de maneira considerável à geração de empregos e de capital para economia do país.

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