Sempre me senti diferente: Superdotação na vida adulta
Você já sentiu que faltava uma peça para compreender a própria vida? Como se todos tivessem recebido um manual e você tivesse chegado atrasado?
Talvez você reconheça facilidades em si, mas também um histórico de cansaço, desempenho irregular e projetos interrompidos. E, quando a palavra “superdotação” aparece, descarta a possibilidade porque nunca se pareceu com a criança-prodígio ou com a pessoa bem-sucedida que imaginava encontrar nessa descrição.
Sempre me senti diferente é um guia de autoconhecimento sobre altas habilidades/superdotação na vida adulta, escrito para quem deseja compreender melhor suas capacidades, dificuldades e trajetória.
Com linguagem acessível, fundamentação científica e exemplos do cotidiano, o livro apresenta o que a pesquisa permite afirmar sobre superdotação, incluindo os desafios que podem passar despercebidos quando todos enxergam apenas a capacidade.
Ao longo de sete capítulos, você encontrará:
* Quinze mitos que dificultam o reconhecimento das altas habilidades.
* Os principais modelos científicos, suas contribuições e limites.
* Reflexões sobre autocobrança, perfeccionismo, tédio, subrendimento, não pertencimento e o custo de se adaptar.
* Explicações sobre dupla excepcionalidade e a coexistência de AH/SD com TDAH, autismo e transtornos de aprendizagem.
* Uma autoanálise guiada para organizar lembranças, exemplos e perguntas sobre sua história.
* Orientações sobre avaliação profissional e caminhos após a identificação.
Uma leitura para olhar para si com mais informação e menos julgamento, distinguindo identificação emocional de evidências que merecem investigação.
Sobre a autora: Letícia Feitosa, psicóloga, CRP 08/43098. Atua com avaliação neuropsicológica de adultos e psicoterapia com pessoas neurodivergentes, orientada pela Psicologia Baseada em Evidências.
Material educativo. Não identifica superdotação, não oferece diagnóstico e não substitui avaliação psicológica ou acompanhamento profissional.
