Série O Canto Para Minha Morte | Morri no dia de Natal
🕯️ O Canto para Minha Morte | Morri no Dia de Natal
"A morte surda caminha ao meu lado, e eu não sei em que esquina ela vai me beijar."
Mais um episódio da série O Canto para Minha Morte, dentro do Filosofando Raul Seixas. Dessa vez, Ricardo Pedrosa relembra uma história real e arrepiante da sua infância: o desaparecimento e a trágica morte de Seu Aristino, o caseiro do sítio da família, na véspera de Natal de 1985.
Um homem simples, que vivia da terra e adorava pescar, some no dia 22 de dezembro. A família só descobre no dia 24, ao chegar em casa e encontrar a esposa dele, aflita, no portão. O que começa como uma busca desesperada — porteiras rústicas, mata fechada, o som da noite, uma lanterna cortando a escuridão — termina numa cena que ninguém jamais esqueceria: o corpo boiando debaixo da água, na lagoa que ele tanto amava.
Uma noite de Natal marcada pelo medo, pelo luto e por uma pergunta que ecoa até hoje: quando será o nosso dia?
Na sequência, Júlio César, o Mestre Tecondor, traz uma reflexão profunda sobre a morte e a vida: não devemos guardar nossas fichas no medo do fim, mas sim na intensidade de viver.
Essa é a essência de O Canto para Minha Morte: encarar o fim de frente, sem medo, para aprender a viver com mais presença e propósito.
📌 "Saiba viver, e aprenderás a morrer. Saiba morrer, que aprenderás a viver."
Um episódio sobre perda, mistério e a urgência de viver com propósito — porque a vida tem data, mas a alma não tem fim.
🎙️ Assista até o final e reflita: você está vivendo com a intensidade que a vida pede?
