Síndrome de Burnout: A Educação salva o mundo, mas quem vai salvar o Educador?

5.0(1)
Bem AvaliadoPortuguês

Trecho do livro:

“(…)Aceitamos o sofrimento como sentença divina, nos acostumamos aos desconfortos emocionais, às dores e às doenças sejam elas psíquicas, físicas ou sociais como se não pudéssemos fazer nada para salvar a nós mesmos. O estresse precisa ser ouvido para que não se torne Síndrome de Burnout.(…)

(…)Em 2020, acabei por experimentar a exaustão psíquica sem nem mesmo sair de casa por conta de tudo o que vinha acumulando nos últimos anos. Tive crises de ansiedade, insônia, como uma enxurrada descontrolada, trouxe para o meu corpo, minhas relações e o meu trabalho toda negligência que ofereci ao meu estado emocional até que fui obrigada a repensar minha forma de viver. Você deve estar pensando como convivi com a síndrome durante tanto tempo. Detectar a síndrome não é um processo fácil porque ela traz consigo os argumentos de que o stress é um valor. Muitas pessoas jamais reconhecem a exaustão como um sinal de estar trabalhando de forma errada e até mesmo improdutiva. Há um preconceito implícito e coletivo de que o estresse caracteriza o profissionalismo.”

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