Vaporização Uterina - Limpeza para reconexão com o Feminino Sagrado

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Nos separamos da nossa totalidade e da plena percepção sobre nós, nossos corpos e nossas vidas. Colocamos o útero, coração e mente como independentes um do outro.

Resgatar o feminino é voltarmos ao Todo, à fonte de toda existência.

O útero representa a nossa natureza íntima. Está relacionado com a nossa independência e nosso mundo interior.

É nosso segundo coração, um grande receptor e armazenador de memórias e emoções das nossas experiências pessoais e dos nossos antepassados.

Quando mantemos cargas enraizadas e armazenadas em nosso íntimo, deixamos com que esses pesos reflitam diretamente na forma como pensamos, agimos e nos relacionamos (com os outros e com nós mesmas), permitindo - muitas vezes de forma inconsciente ou reativa - que nos deixemos moldar, anulando nossa verdade, não preservando a nossa natureza íntima e nos distanciando da nossa essência.

Carregamos diversas crenças relacionadas ao Feminino. Falamos historicamente de uma visão corrompida do que o Feminino representa. Falamos de dores profundas, inversão de valores e aceitação de papeis. Falamos de experiências pessoais e de uma carga ancestral profundamente enraizada em todas nós.

As memórias uterinas refletem diretamente no nosso senso de merecimento, no nosso poder pessoal, na nossa libido, na nossa relação com a sexualidade, na nossa criatividade, na nossa capacidade de manifestação, na nossa abundância e, inclusive, no bom funcionamento do Sistema Reprodutor.

A Vaporização Uterina é uma sauna íntima que se utiliza da potência das plantas para promover a limpeza e equilíbrio físico e energético do útero.

É um mergulho nas nossas águas internas - nossas emoções, buscando liberar àquilo que por muito tempo preferimos não olhar e não acessar, nos fazendo perpetuar ciclos de medo, mágoas, rancores, crenças, limitações, padrões e doenças.

É um ritual que nos permite resgatar a nossa verdade, essência, potência e principalmente, o equilíbrio entre as duas forças primordiais que nos regem.

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