Capacitação para creators

Creator Economy além do marketing de influência

A Creator Economy corresponde ao mercado digital, que possibilita que milhões de pessoas faturem a partir da criação de conteúdo.

creator economy

O termo é mais ou menos novo e em inglês, mas você já deve saber o que significa. Creator Economy se refere ao mercado dos criadores digitais

Isso inclui aqueles que criam infoprodutos, que abastecem as redes sociais com vídeos, textos e imagens relevantes, que possuem colunas, sites ou blog onde passam informações e muito mais.

Trata-se de uma forma de monetização de conteúdo, seja ele escrito, em áudio, em ilustrações, em vídeos, entre tantos formatos disponíveis nos mais diferentes nichos.

Hoje você vai aprender de vez o que é, de onde veio, as possibilidades, para onde vai e como você pode fazer parte dessa economia que, spoiler alert, só cresce!

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O que é a Creator Economy? Como começou e os prinicipais marcos da história da Creator Economy Ok, mas será que esse mercado está saturado? Quais são as expectativas de futuro da Creator Economy? O que aprendemos em 12 anos de Creator Economy? Como fazer parte da economia que mais cresce Os próximos passos para entrar na Creator Economy
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O que é a Creator Economy?

Como já resumimos mais acima, a Creator Economy, ou economia dos criadores, lida com aqueles que produzem conteúdo, nos mais diferentes formatos.

Portanto, fazem parte da Creator Economy:

Além de muitos outros e os que ainda estão por vir. No vídeo abaixo, você confere alguns dados bem bacanas sobre o assunto e tem uma perspectiva melhor de como funciona a Creator Economy.

VÍDEO: Afinal, o que é a CREATOR ECONOMY (Economia dos Criadores)? | Digital News #shorts

 

Como começou e os prinicipais marcos da história da Creator Economy

Muito se engana quem acha que isso é coisa que veio com a geração Z. A história da Creator Economy é mais antiga do que você imagina e cheia de marcos.

1994: primeiros registros sobre o tema

Sim, as primeiras menções à Creator Economy já têm 29 anos de idade. Esses primeiros registros aconteceram lá na Austrália. Depois disso, em 1997, o termo começou a ser fomentado na Inglaterra.

2001: Primeiro livro sobre o tema

John Hawkins foi o primeiro expert a publicar sobre o tema em seu livro “The Creative Economy: How People Make Money From Ideas” (A Economia Criativa: Como as Pessoas Fazem Dinheiro a Partir de Ideias, em português).

Na publicação, ele conta sobre a sua própria experiência e traz os pontos-chave para ter sucesso neste mercado. 

2005: Início do movimento no Brasil

Com o livro e a recente popularização da internet, logo a Creator Economy chegou por aqui.

Assim, em 2005, Salvador-BA sediou o Fórum Internacional das Indústrias Criativas, criado por governos de 20 países. 

Neste momento, foi criado o Centro Internacional das Indústrias Criativas na mesma cidade, para discutir políticas e leis acerca do tema para promover a atividade.

2011: Cultura como pilar de desenvolvimento no Brasil e nascimento da Hotmart

A partir deste ano, o Ministério da Cultura começa a realizar pactos com outros ministérios para implementar políticas que reforcem o papel da cultura como pilar de desenvolvimento do Brasil. Com isso, a economia dos criadores passa a ganhar visibilidade pelos órgãos públicos.

Além disso, 2011 foi o ano de criação da Hotmart, empresa pioneira na Creator Economy no Brasil. 

João Pedro Resende e Mateus Bicalho se conheceram na faculdade em 2000. Em 2007, JP lança um e-book sobre tráfego e tem dificuldades para vender e aí que surge a ideia da plataforma. Três anos depois, eles iniciaram a programação da Hotmart e a partir de 2011 o foco foi total na empresa.

2012: a grande ascensão das redes sociais

O ano é estimado, mas quem viveu, sabe! As redes sociais como conhecemos hoje foram criadas um pouco antes e no período de 2012 teve seu primeiro boom. O que foi mais visível pelo Instagram, YouTube e Snapchat.

Nesta época, o Orkut já era história e o Facebook ainda estava a todo vapor. Então, é possível considerar este o momento de transição e do início das redes sociais como canais de vendas e monetização.

2015: Lançamento do HotPay e primeira edição do Fire Festival

Marcos importantes para a história da Creator Economy, gerados pela própria Hotmart neste ano, que foi um ano de muito trabalho na indústria.

O HotPay é o sistema de pagamentos que permite a venda dos infoprodutos na Hotmart. Este foi o primeiro da categoria e foi um ponto de virada para quem já vendia conteúdo digital na época, por toda a facilidade, segurança e transparência.

Este também foi o ano da primeira edição do Fire Festival, o maior evento da Creator Economy, onde os principais nomes do mercado se reúnem para momentos de troca de conhecimento e muito networking.

2021: Ano internacional da Economia Criativa para o Desenvolvimento Sustentável na Assembleia Geral das Nações Unidas

A pandemia de COVID-19 colocou um holofote na economia dos criadores. O setor sofreu muitos impactos – negativos para quem estava offline, com shows, peças de teatro e até as gravações, e positivos para quem se aventurou no empreendedorismo digital.

Por isso, o ano de 2021 foi declarado o Ano Internacional da Economia Criativa para o Desenvolvimento Sustentável na 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas. 

2022: Inteligência artificial entra de vez no mercado de criação

As tecnologias de inteligência artificial só tem se intensificado nos últimos anos. O primeiro grande marco, no que diz respeito à Creator Economy, vem no atendimento de chatbot, que otimizou demais a agilidade, tempo de resposta e até coleta de dados.

Mas, foi em 2022, que o Chat GPT se tornou acessível a todos. Por mais que a tecnologia esteja ainda se aprimorando, hoje, milhares de produtores de conteúdo já a usam a ferramenta para redação de copies, roteiros e até como fonte de informação.

Com ele, vieram também as ferramentas de inteligência artificial para geração de imagens, como o Midjourney e Dall-E. Também em meio a polêmicas, mas já dando uma amostra do que é possível para o usuário comum.

E, claro, que a Hotmart também desenvolveu uma ferramenta com Inteligência Artificial. Hotmart AI chega para dar o pontapé inicial de diversos planos de curso online que ainda não têm um norte.

Basta inserir um tema ou nicho, que ele te entrega insights sobre estratégia de lançamento, persona, preço e até conteúdos separados em 5 módulos com 3 tópicos cada.

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2023: 12 anos de Hotmart e muita expectativa para o que está por vir 

Este ano a Hotmart completa 12 anos. Com eles foram inúmeras iniciativas, lançamentos, atualizações, eventos e muito conteúdo. E não para por aí.

Tanta história marca a evolução do mercado e uma expectativa bastante positiva para o futuro. A cada ano, a empresa cresce mais, mesmo em um cenário pós-pandemia. Para se ter ideia, o primeiro trimestre de 2023 foi o melhor da história em vendas de infoprodutos.

Além disso, essa jornada não é só sobre a Hotmart. A empresa chega a 12 anos de história com mais de 35 milhões de usuários, entre Produtores, Afiliados e compradores, mais de 580 mil produtos na plataforma e mais de 1500 funcionários.

E o sucesso também foi compartilhado: neste período, diversos creators ganharam os reconhecimentos da Hotmart Journey, que contempla marcos a partir de R$ 1 milhão de faturamento.

E, em 2023, foi estreado o reconhecimento Cosmos.1, para os que batem a marca de R$ 250 milhões de faturamento, com o Wendell Carvalho – o primeiro de muitos.

Ok, mas será que esse mercado está saturado? Quais são as expectativas de futuro da Creator Economy?

Vendo os números e observando a crescente de novos produtos digitais e influenciadores, é fácil achar que não tem espaço para criar e crescer. Mas esse pensamento está errado.

Isso porque o mercado digital é infinito, não tem limite. Mesmo nos nichos mais concorridos, é possível ser único, genuíno e entregar conteúdo de valor diferenciado.

Essa diferenciação pode vir da abordagem, do público ao qual o conteúdo se destina ou até uma nova visão sobre uma questão já conhecida de todos. Portanto, o mercado ainda está longe de saturação.

Aliás, o que os grandes especialistas da Hotmart dizem é que a gente ainda nem começou o potencial máximo da Creator Economy. O que temos até aqui é só o começo!

Além disso, a expectativa é da criação de um ecossistema para esse mercado, com novas profissões e empresas envolvidas para dar suporte a essa economia.

VÍDEO: JOÃO PEDRO RESENDE (HOTMART) | Hotmart Cast #24

O que aprendemos em 12 anos de Creator Economy?

A Creator Economy veio bem antes da Hotmart, como você já sabe. Mas reconhecemos nosso papel no crescimento. 

Com tantos anos de história e trabalhando com os melhores do mercado, aprendemos bastante e aqui estão os cinco pontos principais:

1. Só tem sucesso quem começa

Muitos olham com admiração para os melhores creators do mercado. Nem precisamos citar nomes, você já deve ter pensado em alguns. E sabe o que todos eles têm em comum: eles começaram.

A Creator Economy envolve muita exposição e, para isso, é preciso coragem – mais do que uma boa câmera, um plano de tráfego pago ou até o cenário ideal.

Então, se você tem uma ideia, faça. Não espere ficar perfeito. Aperfeiçoe depois, vá atualizando com o produto no ar. O importante é dar um salto de coragem e publicar. 

O produto de sucesso não vale de nada se ele ficar só na sua cabeça.

2. O resultado não é fácil e rápido como vendem, mas é possível

A gente sabe que muita gente lucra dizendo que é fácil ter sucesso na Creator Economy, mas não é. É possível, sim, mas não é para todo mundo.

O que acontece é que essa promessa de retorno rápido gera frustração e muita gente acaba desistindo prematuramente por causa disso.

Então, o segredo aqui é constância, muito estudo e paciência! Criar um infoproduto de qualidade é só o primeiro passo. É preciso gerar autoridade e relevância, saber divulgar o seu produto, cultivar um relacionamento positivo com cada cliente, pensar estratégias constantes…

Se você ainda não começou, saiba que este item está aqui para te ajudar a colocar os pés no chão e alinhar expectativas. Assim, o seu trajeto será muito mais realista e o sucesso muito mais palpável!

3. É preciso estudar e se atualizar sempre

Tudo muda o tempo todo: o algoritmo das redes sociais, a pesquisa que embasava todo o seu produto, a preferência do consumidor, a forma que as pessoas procuram e compram infoprodutos…

Lembra que esta é uma função que dá trabalho para ter sucesso? Um deles é essa atualização constante. Portanto, é preciso continuar estudando, ficar de olho no mercado e sempre com a mente aberta.

4. Muitas vezes, a ideia de milhões está na simplicidade

As pessoas travam com a ideia de que o produto de sucesso tem que ser completamente revolucionário, quando o sucesso de um produto ou serviço está na capacidade de resolver um problema de alguém, de algum público. 

E é assim que um empresário de sucesso vê a inovação: não é sobre qual produto vai vender mais, mas qual vai ser mais útil na solução de problemas.

Pense nisso ao desenvolver a sua ideia!

5. Sempre tem espaço para mais um

Desde que haja verdade e relevância, não existe nicho ou mercado saturado.

Como já falamos antes, é possível sempre se diferenciar pela abordagem, pela metodologia de ensino, pelas ferramentas ou até o público ao qual o seu produto ou serviço se destina.

Para encontrar essas oportunidades, é preciso estar sempre de olho nas tendências de mercado, na sua concorrência e no público que você quer atingir – sem desviar dele. Um público menor, mas fiel, é mais valioso do que um público amplo que tem dificuldade de enxergar como você se diferencia da concorrência.

Como fazer parte da economia que mais cresce

Que tal fazer parte dessa história? Separamos aqui um passo a passo para você se tornar um criador de conteúdo e começar a faturar nesse mercado que não para de crescer!

1. Escolha um nicho de atuação

Se ainda não tem nem ideia de começar, o primeiro passo é escolher um nicho – seja você um futuro Produtor ou Afiliado!

Um nicho de mercado é um segmento, como finanças, desenvolvimento pessoal, gastronomia, saúde…. Esses são exemplos de nichos.

Dentro desse segmento, você deve encontrar mais um subnicho, para garantir um conteúdo aprofundado, certeiro e diferenciado. Então, por exemplo, dentro do nicho de finanças, você pode falar sobre organização financeira, empreendedorismo, investimento e impostos.

Dentro disso ainda, é possível deixar ainda mais específico, como organização financeira para recém-aposentados, investimentos para quem entrou agora no mercado de trabalho, como funcionam as taxações para MEI…

Então, o primeiro passo, é escolher o nicho mais macro. Deve ser algo que você goste e tenha algum conhecimento. Depois, vá afunilando em temas e tópicos que podem se tornar serviços ou produtos.

2. Defina a sua buyer persona

Com o nicho em mãos, com quem você vai falar? Já adiantamos um pouco isso nos exemplos de especificação do seu produto, mas o ideal é definir uma persona ou público-alvo.

A persona é um personagem semi-fictício que, diferentemente do público-alvo, tem nome, dores, anseios, vontades, sonhos… Isso te ajuda a ter uma comunicação e abordagem mais acertadas.

É o público definido que vai guiar todo o restante. Desde o título do seu infoproduto, até os canais de divulgação e o tom de voz das copies que você fizer.

3. Descubra o melhor formato para o seu conteúdo

Curso online, webinar, ebook, podcast e comunidade são alguns dos formatos mais comuns para infoprodutos. 

Então, ao escolher o público e o tema, é o momento de definir em qual formato o conteúdo se adequa melhor. É preciso considerar a densidade do tema, as possibilidades e o que é mais amigável para a persona escolhida.

4. Faça um calendário de projeto

Pronto, hora de começar! 

Para isso, é preciso organizar as suas entregas. Se você for fazer um curso online, por exemplo, o primeiro passo é mapear tudo que vai ter, separar em módulos e em aulas. Com isso, fazer os roteiros.

São muitos passos importantes para garantir o lançamento. Por isso, é essencial levantar todas essas etapas do projeto e definir uma data de entrega para cada uma. 

Nessa etapa também se deve decidir entre lançamento e perpétuo – até para saber com precisão os passos necessários.

Por outro lado, se o seu objetivo é ser parte do Programa de Afiliados, aqui você vai definir um calendário para organizar as suas tarefas, como a listagem de produtos que você gostaria de se afiliar com seus prós e contras, a definição da estratégia de promoção desses serviços e por aí vai.

Muitas pessoas entram na Creator Economy conciliando com outro trabalho. Então esse calendário é fundamental para fazer tudo certinho de forma realista.

5. Publique e divulgue

Tudo pronto? Trabalhe na sua página de vendas e coloque no ar! Claro, tudo isso dentro da estratégia definida no seu calendário.

No caso dos Afiliados, esse é o momento de colocar as campanhas no ar – seja no tráfego orgânico como no pago. Este é o momento de ativar a estratégia definida e passar a divulgar seus links.

6. Mensure os dados

A mensuração deve ser constante! É preciso saber quais campanhas funcionam, quais precisam de melhorias, como deixar a página de vendas ainda melhor…

Aproveite os analytics das redes sociais, do Google, se tiver um site ou campanhas de Ads, e da própria Hotmart

Com o produto no ar e as campanhas rodando é que você vai saber, aos poucos, o que de fato funciona para o seu público e nicho.

Os próximos passos para entrar na Creator Economy

E aí, que tal fazer parte desse mercado? Ele só está crescendo e o momento de arriscar é agora! 

Se ainda não tem muita ideia do que criar, confira o Hotmart AI! Ele vai gerar ideias para além de cursos online. De repente, você pode transformar um insight de módulo em um e-book ou então ter os tópicos como editorias de um canal no Youtube!

Agora, se você já tem uma ideia, tire do papel e comece! Clique abaixo para fazer o seu cadastro gratuito na Hotmart e lançar o seu produto digital!

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Autor
Hotmart

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